quinta-feira, 16 de maio de 2013


                                                            Singapura
Chineses, hindus, japoneses, ingleses e... brasileiros! Singapura é um labirinto cultural, uma espécie de miniatura da globalização (ia quase dizendo “civilização”, mas aí já seria um tremendo exagero). Programa oficial do governo: transformar a cidade- Estado em “ilha inteligente”. Melhor seria chamar aquele pedaço de terra, antiga propriedade da Malásia, de ilha artificial. Toda a água é importada!
Trata-se de uma ilha de 639 km2 com população de 3,4 milhões, Índice de Desenvolvimento Humano de 0,888 (o índice do Brasil é 0,739) e PIB de US$ 93 bilhões. A taxa de crescimento econômico foi, em média, de 8,7% ao ano entre 1990 e 1996. A crise asiática afetou a ilha, mas já no ano passado a recuperação começava com força.
O investimento representava em 1998 nada menos que 35% do PIB (o Brasil, há 30 anos, não sai da casa dos 20% do PIB), com 70% dos empregos gerados no setor de serviços. A poupança doméstica é de mais de 50% do PIB. Não é portanto casual que a cidade- Estado seja considerada uma das mais competitivas do mundo.
Elo de ligação
Singapura é o exemplo mais acabado de plataforma exportadora baseada em sistemas de intermediação.
Na prática, faz reexportação, funcionando como elo entre as economias da Ásia e mantendo relações bastante especiais com a China, já que a elite dominante em Singapura é constituída por chineses étnicos. O governo é uma ditadura adocicada pelo sucesso econômico. Estado forte, que dirige uma série de programas, além do relativo à tecnologia da informação. Seu objetivo é fazer da ilha um centro de indústrias e setores definidos pela alta intensidade de conhecimento.
Em seu formato mais recente, Singapura foi fundada como nação independente e soberana em agosto de 1965, quando se separou da Malásia. Em 1967, a Grã-Bretanha decidiu retirar suas tropas da ilha. As restrições ao país ocorrem em função do sistema político: o poder está concentrado, há cerca de 30 anos, nas mãos de Lee Kuan Yew.
O sucesso econômico é tão grande que a oposição obviamente tem dificuldades até mesmo para definir uma agenda política e social alternativa.
Sistemas locais, clusters, pólos, hubs, mega cidades e cidades-Estado, projetos de integração regional, sistemas orientados por diásporas (como o chinês): sem muito estardalhaço, surgiram inúmeros modelos alternativos de desenvolvimento econômico numa época definida, paradoxalmente, como de globalização. Ou seja, de suposta convergência mundial rumo a um modelo integrado e homogêneo.
O global e o local
Singapura é um dos mais notáveis exemplos de sucesso. De um lado, integração máxima aos circuitos globalizados. Ao mesmo tempo, reafirmação de um espaço local, com políticas diferenciadas e um enorme apetite por inovação tecnológica e criatividade institucional. A “inteligência” é vista como uma vantagem competitiva para atrair investimento estrangeiro.
Afinal, o que impede uma empresa multinacional de instalar o centro de operações de sua rede numa ilha com infra-estrutura de alta qualidade, segurança e mão-de-obra qualificada? O governo de Singapura quer levar a idéia de hub (centro de conexão), que já funciona com relação à sua infra-estrutura portuária, para a dimensão virtual das tecnologias da informação.
É como se em Cingapura estivesse em curso uma tentativa de recriar a geografia a partir das novas tecnologias.
É uma ilha intensiva em tecnologia da informação.
É uma nova geopolítica econômica, capaz de combinar o estado das artes em globalização e uma sabedoria milenar na arte de interpretar o desconhecido.






De Singapura Cássio Correa e Caio partiram para a Malásia de ônibus.
Malásia compreende dois territórios: uma parte no Sul do sudeste asiático e outra no norte da ilha de Bornéu.
Malásia é um país muçulmano, o governo é uma Monarquia eletiva (nem sabia que isso existia). O rei é eleito pelos sultões do país e tem que ser um dos 9 sultões. O governo dura 5 anos e vai fazendo uma rotatividade entre os Sultões.
A língua oficial é o malasio mas as pessoas mais velhas falam inglês fluente. Antigamente só se falava inglês nas escolas mas isso mudou recentemente então os jovens não falam inglês tão bem.
A Malásia é uma mistura de malásios, chineses, indianos. A gastronomia reflete essa mistura. Não existe uma comida típica da Malásia. O típico é comida chinesa, indiana e malásio.
Fomos para Melaka que fica a 4 horas de Singapura. Pagamos S$ 21,00 pela passagem de ônibus. Cruzar essa fronteira foi a mais tranquila possível. Não tem que pagar nada, sem fila, sem stress.

De Singapura até Melaka
Nos nunca imaginamos que poderia acontecer isso mas na Malásia eu começamos a ficar de saco cheio de viajar.

No Sudeste asiático não é tão fácil fazer amizades como na América Central ou na Nova Zelândia. O clima é insuportável de tão quente e úmido. Passamos ate mal. Não saímos do ar condicionado entre as 11h e as 17h.
Então onde nos achava um lugar barato, tranquilo e que sentíamos a vontade nos simplesmente ficamos por lá.
Melaka não tem absolutamente nada para fazer mas ficamos 4 dias lá porque achamos um ambiente gostoso, as pessoas são legais e agradáveis. Nos ficamos  no Roof Top guest house por US$8,00 a diária. Esse hotel é 3 estrelas mas adoramos os donos! Um casal que faz de tudo pelo hotel e seus hóspedes. nos sentimos em casa!
Em Melaka só tem um rio que foi despoluído, uma Igreja e china Town.
Rio em Melaka
Igreja de St. Paul no topo do morro em Melaka
Igreja de St. Paul



Praça da cidade 


Vista da cidade do alto do morro

China Town